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A Logística no Ano 2024

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Eis o novo ano que principia. E com ele, as proverbiais resoluções, planos e novos rumos. Talvez também assim seja para a sua empresa ou para a sua vida profissional. É uma ocasião para olhar em frente e tentar ter uma perspetiva do futuro.

No setor da logística, entre lojas, transportadoras e empresas de todos os tipos, tem-se assistido nos últimos anos a transformações profundas, impelidas por novas possibilidades e contextos. Sem dúvida que o futuro continuará a trazer novidades e a mostrar novas direções.

Estas são cinco das tendências que se prevê continuarem a transformar a logística em 2024.

1. Automatização e digitalização

O avanço tecnológico tem sido um dos grandes fatores de mudança. A título de exemplo, este nosso artigo aborda o conceito de armazém inteligente, que ilustra os resultados que a aplicação da nova tecnologia aos armazéns tem produzido.

Mas este é apenas um caso. A automatização de processos e o uso de máquinas e de software tem causado revoluções a cada passo da cadeia logística. O uso da inteligência artificial e aprendizagem mecânica, a recolha de dados em tempo real possibilitada pela Internet of Things, os sistemas informáticos de gestão e o uso de robôs e outras máquinas são algumas das formas principais como as empresas têm procurado tornar os processos de trabalho mais eficientes.

Dois exemplos de tecnologias que, segundo as ideias de alguns analistas, poderão assumir grande preponderância no futuro próximo são os veículos autónomos e a tecnologia blockchain.

2. Visibilidade e agilidade

As exigências dos mercados atuais impõem a fornecedores, lojas, empresas de transporte e todos os outros intervenientes na cadeia logística a necessidade de uma coordenação, comunicação e eficiência cada vez maiores.

Relativamente à entrega de encomendas, por exemplo, a popularização do e-commerce não só gerou enormes números de envios, como o cliente final faz hoje exigências cruciais e crescentes quanto à qualidade do serviço. Esperam-se encomendas entregues com rapidez e que haja transparência e cuidado da parte das empresas a nível do apoio ao cliente, de disponibilizar informação constante quanto ao estado e localização da encomenda, ou de facilitar a sua devolução, caso necessário.

3. Análise de dados

A era da informação merece o seu nome. A análise de dados tornou-se cada vez mais relevante e tem sido impulsionada pelos desenvolvimentos em software informático de gestão, que permitem uma integração e coordenação maiores de todo o processo. Esta análise permite detetar áreas de possível melhoria, otimizar processos e fazer previsões. Uma das suas aplicações, em relação à qual se prevê uma relevância futura cada vez maior, é a previsão da demanda – que procura antecipar as flutuações no número de encomendas por forma a fazer preparações.

4. Sustentabilidade

A sustentabilidade é um dos grandes temas dos nossos dias, e tudo devemos fazer para que continue a sê-lo, e cada vez mais. O volume de tráfego de todos os tipos gerado pelo transporte de mercadorias é um dos grandes fatores de emissão de CO2 e de degradação do ambiente. Contudo, empresas e consumidores não têm estado desatentos ao problema.

Algumas das soluções que têm surgido são a aposta nas fontes de energia alternativas, na reutilização de materiais e na otimização dos meios de transporte. Há um esforço por parte dos consumidores para incentivar as mudanças e para contribuir positivamente, por exemplo, através do maior foco na economia local e na compra de artigos em segunda mão. Poderá encontrar neste artigo algumas sugestões muito práticas sobre o que fazer na qualidade de consumidor para ajudar o ambiente.

5. A última milha

A última milha, isto é, a última fase do transporte da encomenda, é tradicionalmente uma das grandes fontes de dor de cabeça logística. Não só tem uma enorme importância para a qualidade do serviço prestado e fidelização do cliente, como é propensa a uma miríade de problemas e imprevistos. Não é agradável, nem para a empresa nem para o cliente, que tudo corra bem apenas para falhar na derradeira reta do trajeto.

Tem-se feito sentir, pois, a necessidade de novas soluções nesta vertente. É aqui que entra o papel da InPost. A nossa abordagem baseia-se na entrega ao NÃO domicílio, através de uma rede de mais de 2000 Pontos Pack e Lockers em Portugal. Esta estratégia possui vantagens demonstradas, quer para o meio-ambiente, quer a nível de eficiência e de comodidade para o cliente. Estas qualidades estão a revelar a entrega ao NÃO domicílio como o modelo para o futuro. Descubra mais explorando este blog e o nosso website.

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