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As fases da cadeia de abastecimento

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O conceito de cadeia de abastecimento é um dos mais fundamentais no vocabulário empresarial atual. Na verdade, é tão abrangente que o seu estudo equivale virtualmente ao estudo da gestão empresarial como um todo, e engloba um mundo demasiado vasto para poder ser tratado noutros termos que não como um conceito geral.

E no entanto, não é inútil. Pensar na cadeia de abastecimento como um todo e no universo de conceitos que lhe estão associados pode ajudar-nos a entender melhor alguns processos e a atuar melhor sobre eles.

Neste artigo, queremos definir este termo e explorar as suas diversas etapas.

O que é a cadeia de abastecimento?

Este termo abrange todo o processo de venda um produto, desde a sua criação até à entrega ao consumidor final. Isto significa que envolve necessariamente diversas atividades e recursos em coordenação.

As fases da cadeia de abastecimento

Dada a vastidão de atividades diferentes que podem estar envolvidas, é impossível listá-las todas. Entretanto, podemos fazer algumas generalizações.

Há uma distinção primária feita entre a fase produtiva e a fase distributiva da cadeia de abastecimento. A primeira, diz respeito a tudo o que está relacionado com a criação do produto em si. A segunda, tem que ver com a forma como este chega ao cliente.

Podemos analisar mais de perto o que acontece dividindo a cadeia em fases típicas:

1. Planificação

Este é um princípio indispensável. A planificação, preparação e estabelecimento das operações é o primeiro passo para um futuro de sucesso. Isto não se aplica apenas ao início do processo, mas continuamente, uma vez que as necessidades e circunstâncias de atuação de uma empresa estão em transformação permanente e têm de se manter adaptáveis.

Todo o plano deve tomar em conta as especificações do seu negócio, dos seus recursos e do seu mercado, para definir objetivos específicos e quantitativos, assim como o modo detalhado de os alcançar. Isto inclui a quantidade de encomendas esperada, investigar fornecedores, capacidade e uso do armazém, tecnologia usada, estudos de mercado, estimativas de custos, etc.

2. Aquisição de matéria-prima

O primeiro passo na cadeia de abastecimento de um ponto de vista “prático” é a compra de matérias em bruto ou componentes. As diretrizes para as aquisições devem seguir o plano estabelecido.

As diferentes atividades nesta fase podem incluir o contacto com fornecedores, negociação de preços, recebimento e registo dos materiais, armazenagem, etc. Um dos objetivos principais é o estabelecimento de parcerias sólidas com fornecedores, pelo que o cuidado com pagar dentro dos prazos, uma boa comunicação, etc., pode ser um fator decisivo.

3. Produção

Esta é a fase em que a empresa cria concretamente o produto, a partir das matérias em bruto ou componentes. Esta é, obviamente, uma etapa divisível numa miríade de subprocessos, dependendo da complexidade e tipo de produção envolvida.

Um dos processos iniciais comuns é, muitas vezes, a avaliação dos materiais comprados ao fornecedor, a nível de qualidade, de quantidade e de preço. Este controlo também se aplica, claro, ao produto final.

Uma boa análise e organização nesta etapa permite conseguir um produto de melhor qualidade e reduzir as ineficiências e custos de produção.

4. Gestão de inventário

Esta fase é comum às empresas industriais e comerciais. A gestão de inventário envolve saber que artigos tem, ao certo, e em que localização. Isto permite procurar um equilíbrio entre o inventário disponível e as encomendas.

A gestão do armazém, onde o inventário é guardado antes da venda, envolve a organização do espaço, arrumação, manuseamento, etc., com vista à otimização. Atualmente, esta gestão é feita, muitas vezes, com recurso a tecnologia especializada.

5. Distribuição

Esta fase consiste na entrega da encomenda ao cliente final. Os objetivos centrais são a satisfação do cliente e a eficiência.

Enquadra-se aqui o processo de embalamento. A importância de “afinar” este processo, escolhendo embalagens e métodos adequados, não deve ser subestimada. Pode fazer uma grande diferença, a nível de custos de produção e de transporte, na impressão causada ao cliente e na redução da quantidade de devoluções devidas a danos sofridos no transporte.

A escolha da parceria logística certa é um ponto crucial, ainda mais no competitivo mercado atual, com o crescimento do comércio eletrónico e a ênfase na rapidez, na precisão e no conforto para o cliente.

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6. Devoluções

Aquilo a que se tem por vezes chamado “logística inversa” alcançou um relevo único na era do e-commerce. O facto, por si só, de que o cliente adquire um produto antes de o poder ver ou experimentar, acarreta que assim seja.

A política de devolução é, por isso, um dos fatores atualmente mais decisivos para a finalização da compra e retenção do cliente. Tenha-o em especial atenção e estabeleça uma política detalhada de devoluções, que inspire confiança. A forma como lida com devoluções contribui enormemente para azedar ou fortalecer a sua relação com os clientes.

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